segunda-feira, 14 de junho de 2010
O ato de ler
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Tchau Momentâneo
Bem, são tantos nomes que seria muita falta de ética começar a citá-los e esquecer-se de alguém.
Mas muito obrigado GALERA de Taboão da Serra, obrigado colegas, amigos, coordenadores, mediadores, Help Desk e tantos mais. Saibam que todos colaboraram para meu crescimento profissional e social.
Diferente de muitos, tomei um novo rumo, para muitos loucura, para outros saiba escolha, isso só o tempo dirá.
Enfim, ainda trabalharemos juntos.
Um forte abraço a todos, espero revê-los em breve.
sábado, 24 de abril de 2010
Informação não é comida
Elaborando um Relatório de Análise de Filme
Continuando a falar sobre filmes e projetos que professores podem utilizar, disponibilizarei aqui em meu blog uma possibilidade de trabalho que talvez possa ser de grandioso processo de ensino e aprendizagem no ambiente educacional, a já visto que atualmente os educandos adoram tanto a TV como os próprios cinemas, ponto de encontro de muitos jovens e adolescentes.
Outro ponto importante a salientar é que os professores não precisam se apegar as salas de cinemas, mesmo porque na maioria dos casos os alunos não possuem o “Money” suficiente, para isso passe um filme que vai passar na TV mesmo, o que se torna um ponto a mais para análise em conjunto com os alunos do porque aquela ou está emissora estar passando determinado filme.
Enfim, são inúmeras a probabilidades de trabalhar o conhecimento, reflexão, intuição, idéias e por ai vai.....
Abaixo fiz um pequeno esboço do filme Educação que assisti recentemente.
Nome do Filme:
Educação (2010)
Descrever:
O filme é ambientado em Twickenham, um subúrbio de Londres.
Enredo:
O filme é ambientado nos anos 60, mais precisamente em Londres do ano de 1961, conta a história da garota Jenny Carey, interpretada pela atriz Carey Mulligan. Janny tem 16 anos de idade vive com a sua família. Estudante, inteligente e ao mesmo tempo entediada com a situação em que vive, enquanto adolescente, uma vez que presenciamos nesta época a influência pelas idéias de liberdade de uma geração denominada rebelde – não que esse fosse o caso de Jenny – que sonhava um dia viajar para Paris, e conhecer sua arte, vida e músicas de Juliette Greco, sua cantora francesa favorita.
Seu pai em especial, alimentava a ambição que sua filha tinha que estudar em Oxford, e para isso segundo sua visão fazia o possível para que esse seu sonho paternalista se tornasse realidade.
É quando em um encontro “inusitado” Jenny conhece Davi, homem conhecedor das artes clássicas, músicas, e sua tão sonhada França. Ao se relacionar com Davi, Janny abre os olhos para novas oportunidades que antes não poderá conhecer, a fazendo refletir sobre a atual situação que tinha enquanto jovem e a dos seus novos amigos, assim como a do Davi.
Seduzida por um homem mais velho, que a mostra o mundo segundo sua ótica, a jovem descobre coisas que não deveria sobre a vida de seu mais novo “amor”, o que a coloca em uma situação embaraçosa entre duas soluções fatais, ambas difíceis, seguir sua tediosa vida de uma educação formal ou preferir a nova vida, deixar os estudos de lado por um determinado tempo e seguir a aprendizagem que a vida oferece?
Depois de conhecer Paris e os atrativos da vida adulta e burguesa, Davi resolve pedir Jenny em casamento, o que segundo a família era uma boa opção, mesmo deixando de lado um pouco os estudos.
Jenny passa de uma garota entediada da escola e da família, de olhos brilhantes, a uma sofisticada senhora jovem. Talvez o que exista em demasiada seja o fato de possuir lugares comuns, o que nos trás a realidade, e o fato desses relacionamentos serem e existirem com maior freqüência.
Percebesse também no filme o fato do antes já citado: paternalismo de uma sociedade inglesa, que se ambientado no século 20, não perdeu seus dogmas, e visões egocêntricas, uma vez que o pai de Jenny prefere seu casamento, à formatura, assim como os estudos em importante centro acadêmico.
No decorrer do filme, a ingênua garota descobre que Davi é um homem casado, e que ao contrário do que ela pensava, ele morava perto de sua casa, assim como se envolvido em outros relacionamentos com garotas, deixando às grávidas e sumindo.
Em um ato de humildade pede para que a aceitem de volta no colégio, na busca pela reabilitação dos estudos e, a tentativa de conseguir a tão sonhada carta de aceitação em Literatura Inglesa da Oxford. Com a ajuda de sua antiga professora, Jenny, volta aos estudos com firmeza, o que a faz alcançar a aceitação na universidade.
Cenários:
O filme se passa em torno do ano de 1961, mais especialmente no bairro de Twickenham, subúrbio de Londres, o ambiente educacional do colégio de Jenny, ambientes clássicos, redutos de artes, e por ultimo Paris, que além de conhecer era alvo dos inumeros pensamentos de Jenny.
Cenas que mais chamaram a atenção:
O paternalismo do pai de Jenny que almejava ver sua filha em uma universidade de renome, entretanto, muda de opinião ao sentir a possibilidade de ver sua filha casada e, seus cumpridos diálogos, se não recheados de retórica, elucidante ... “é por causa de pessoas como você que me debruço sobre ensaios ignorantes de Sandra Lovell sobre seu pônei...”, “Você sabe que os judeus mataram nosso Deus?... e a senhora sabe eu suponho que nosso Deus era judeu... Não seria o que fazemos antes o que contaria?... Agora não é o bastante nos educar, tem que nos dizer porque está fazendo isso... isso é uma discussão que merece um ensaio”.
Argumentos:
Qual a real mensagem do filme? Bem, se pensarmos realmente na reflexão assídua da formação escolar e acadêmica, ao contrário da aprendizagem da vida, percebesse que esse ultimo aspecto pode ser sim enganador e que a educação é sim dentre todas a melhor escolha a se tomar, diante de dilemas que a vida oferece “gratuitamente”.
Contribuições do filme para a sua vida profissional:
Vida pessoal e profissional está continuamente se confundindo. É está à questão que o filme mostra bem, uma vez que a protagonista se encontra entre duas opções de vida, uma acadêmica outra pela aprendizagem que o mundo oferece. E se pensarmos em educação, por mais que os valores atuais dizem que a educação é um sistema fadado há muito tempo a mediocridade e posteriormente falência, ainda creio, no mais intimo desta instituição, que não serve simplesmente ao “ensino”, mas sim através da dialética na busca por melhorias de uma sociedade mais justa e igualitária.
sexta-feira, 9 de abril de 2010
História da Cigarra e da Formiga em "Tempos Modernos'

Uma TV por assinatura que não lembro o nome faz grande alarde sobre o caso animal. Uma Tv por assinatura que não lembro o nome – “Só aqui você conhece quem está com a verdade, assine!! ligando para 0900-123456789. Durante dias não se fala de outra coisa. Todo e qualquer canal de TV, emissora de rádio ou site da internet mencionava o caso enfaticamente.
De que serve a tecnologia se a metodologia se mantém?

Certa vez meu professor de graduação nos contou uma pequena história que dizia o seguinte: “Um professor passou uma lição na lousa, e ao termino disse que era pra ser entregue no mesmo dia, um aluno apreensivo perguntou para o professor como se fazia, o professor começou a explicação dizendo que era muito fácil tudo aquilo, e assim tentou explicar, na conclusão os alunos continuavam com as mesmas dúvidas, o professor já irritado tentou explicar mais uma vez, entretanto, os alunos continuavam com as mesmas dúvidas do início de sua explicação”
Enfim, o problema não é o professor os alunos ou sua matéria, mas sim sua metodologia ou porque não sua didática.
Se pensarmos bem a aplicação dos conhecimentos científicos ao processo de produção educacional em geral, não somente no âmbito escolar, precisa primeiramente passar por determinados debates sobre, quando ensinar/como ensinar/qual recurso utilizar.
Nossa atual era é possuidora de uma grande tríade: tecnologia/informação/conhecimento, e para que esse trio funcione de forma coesa em determinado ambiente educacional como já explicitado é necessário que se proponha formas de reflexão antes do início de atividades, de quando ensinar: uma vez que não será sempre necessário fazer uso das ferramentas tecnológicas dentro da sala de aula, outra pelo fato de nossas políticas públicas não discutirem a inserção da tecnologia em especial a do computador, onde se configure uma aproximação por parte dos alunos de informações, cultura, lazer, questões sociais e ambientais, que estão intimamente ligados ao quando ensinar se fossem disponibilizados.
Como ensinar: partindo da pequena história que foi mencionada no primeiro parágrafo, é necessário que se tenha posicionamentos firmes de que a metodologia é preciosa para os momentos da interação com a tecnologia, pois é ela que norteará o como ensinar. Primeiro diagnosticando quem ou qual grupo de alunos não possuem os conhecimentos básicos sobre os processos evolutivos que a tecnologia sofreu, mesmo porque, nem todos mesmo na era da tecnologia tem esse conhecimento, para que a partir disso elaborando a abordagem em cada aluno ou grupo se torne descomplicada. Segundo identificar objetivos que você deseja alcançar da interação aluno/tecnologia. Terceiro o que realmente está em jogo, o que os alunos estarão fazendo com o apoio da tecnologia.
Qual recurso utilizar: essa é a maior das preocupações dos professores que propõem atividades com interação aluno/tecnologia. Possuir discernimento é importante, pois em vias de comunicações com várias redes sócias (Orkut, fecebook, twitter, MSN...) existentes no mundo podendo ou não vir a ajudar, pode atrapalhar o processo de ensino/aprendizagem.
Por fim, a tecnologia serve não como um processo estagnado, mas evolutivo para o advir das relações que a mesma permite, entre professor/aluno/tecnologia.
Tais pensamentos aqui citados não é algo inerte, antes, porém necessita de mais reflexão.
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Kandinsky e as formas
Aproveitando o momento em que estou postando trabalhos ou projetos, que executo no ambiente educacional de informática da escola em que exerço a função de mediador de informática, resolvi postar também alguns trabalhos executados pelos alunos.
Recentemente os alunos realizaram uma prova, em que nela continha uma obra de Kandinsky, aproveitando o ensejo, como os alunos eram de 1º anos, no ambiente educacional coloquei-os no Paint, para que pudessem representar as formas geométricas que encontrassem na obra do artista.
sexta-feira, 26 de março de 2010
Vidas Secas – Graciliano Ramos

Narrando a vida sertaneja, as dificuldade da caatinga brasileira, falta de água, comida e acomodações o filme de Nelson Pereira dos Santos “é lindo” e maravilhoso por mostrar cenas da vida sertanista.
Ao indagar sobre as problemáticas que o filme transmite, refletimos no âmbito de uma realidade ainda existente, e, de conjuntura política, econômica e social brasileira. Que no sentido amplo das cenas são mostradas e sentidas por aqueles que possuem percepções aguçadas diante da micro história.
Fabiano, vaqueiro, é o chefe da família dos retirantes nordestinos.Sinhá Vitória, mulher de Fabiano é quem possui mais conhecimentos que o cônjuge, seu sonho é um dia ter uma cama igual à do seu Tomás da Bolandeira, sempre evocado na narrativa como sinônimo de homem sábio.
Os meninos pouco aparecem quanto à questão de fala, restringindo-se por muito tempo a grunhidos.
Baleia, o personagem mais curioso do filme, é uma cadela que tem importante papel no drama sertanejo.
Seu Tomás da Bolandeira, tido como exemplo de homem, possuindo grande conhecimento.
O soldado amarelo, assim como o fiscal da prefeitura e o dono da fazenda, são retratados como rivais ou detentores da opressão.
Este último, pelo fato de ser chamado de Amarelo, penso, será que Graciliano Ramos quis fazer uma analogia com o poder governamental e sua opressão a região nordestina? Isso não sabemos, mas nunca podemos dizer que não.

O Paradoxo da Espera do ônibus
Por muito tempo relutei em não postar este vídeo, entretanto ele é sensacional, com uma sátira refinada quem não se vê na pele do rapaz que espera ansiosamente pela vinda de seu ônibus?
Falo por mim mesmo, o fato é: por mais que achemos que o ônibus não venha, na hora mais indesejada ele passa.
“Quanto mais espero, mais vou esperar” – “Bonito isso, filosófico”.
“Pego ou não pego, pego ou não pego, pego ou não pego, já foi também, o meu já deve ta vindo só pode, né possível que não, o jeito é esperar”
Com narração de Chico Serra e desenhos de Gabriel Renner o curta metragem fala por sim só.
Não continuarei a escrever confiram.
sexta-feira, 5 de março de 2010
Entrevista do Oficina G3 ao site Kboing

Formado por Mauro Henrique (vocal), Duca Tambasco (baixo), Juninho Afram (guitarra), Jean Carllos (teclado), a Oficina G3 conta com uma discografia de sete álbuns de estúdio, desses quatro discos de ouro. O grupo que já realizou turnês pela Europa, America Latina e Estados Unidos, comemora a conquista do Grammy Latino deste ano, após ter sido indicado outras duas vezes, em 2005 e 2007.
O baixista Duca Tambasco e vocalista Mauro Henrique concederam entrevista exclusiva ao
Duca Tambasco – É uma paixão, aquilo que nos dedicamos a vida toda. Pra mim é algo que veio de família. Minha família é de musicistas desde pais, estendendo até tios, primos...então não tinha muito como fugir disso. E nada como unir o útil ao agradável, não é? A nossa fé, aquilo que a gente leva no coração, com aquilo que a gente ama tanto que é a música.
Duca Tambasco – A banda era o terceiro grupo de louvor de uma igreja, chamado Grupo 3, por isso G3, uma abreviação. E quando finalmente, pintou a proposta de fazer o primeiro LP, na época, isso em 1990, surgiu a ideia de agregar ao nome G3, a palavra oficina, que nada mais é do que o lugar onde conserta coisas, e no nosso caso, a gente conserta vidas.
Duca Tambasco – A banda começou em 1987, como um grupo que foi crescendo bastante. O Juninho está desde o começo e a formação inicial contava também com o Manga, ex-vocalista, com o Maradona, ex-contrabaixista, Valter Lopes, ex-baterista, que começaram esse trabalho, eles sempre se dedicaram e trabalharam muito por esse projeto. Em 1994, eu entrei, em 1996 foi o Jean que entrou e depois veio o PJ, que entrou não sei exatamente e também não lembro exatamente o ano em que ele saiu...e quando o PJ saiu o Juninho começou a fazer os vocais e há cerca de um ano e meio o Mauro entrou com a gente ai para gravar o CD “Depois da Guerra”, e entrou com o pé direito, pois ganhamos o Grammy Latino com esse trabalho.
Duca Tambasco – Nossa foi demais. Muito legal, porque com esse disco ganhamos também o Troféu Talento, que é o maior evento de música cristã do Brasil. Tivemos a oportunidade de vencer em duas categorias: Já o Grammy Latino era a nossa terceira indicação e como eu falei o Mauro entrou com o pé direito, arrebentando nos vocais. A gente unindo isso a essas conquistas que com certeza alegram nossos corações, mas que não são o foco da nossa vida, da nossa trajetória. O nosso objetivo sempre foi falar de Jesus, foi trazer a palavra de Deus através do rock’n roll, mas é claro que um prêmio como o Grammy nos dá um fôlego novo.
Duca Tambasco – Eu atribuo isso ao respeito. Sempre tivemos muito respeito, apesar de termos as nossas convicções: Jesus Cristo como nosso Salvador, cremos como cristãos que somos na vida eterna...do mesmo jeito que temos nossas crenças, nós nunca recriminamos as pessoas que tenham outras crenças. Quando a oportunidade vem, a gente fala aquilo que pensa, mas também não ficamos batendo de frente, até mesmo porque nós como cristãos, acreditamos que muito mais que a minha palavra, muito mais do que a minha agressão a qualquer tipo de religião, o próprio Deus pode falar através de nossas músicas...então pra que é que eu vou passar na frente de Deus que é soberano?Acredito que o respeito que a gente sempre teve seja por católicos, espíritas, macumbeiros, umbandistas, budista, ‘n’ religiões, é notado pelas pessoas. Nós só temos uma mensagem a dizer para todas as pessoas: Jesus Cristo é a razão do nosso viver e pode ser a razão do viver de todos.Mauro Henrique – A questão musical também tem muito a ver, porque eu acho que o rock’n roll rompe muitas barreiras, com certeza existe sempre o preconceito, mas eu creio que a questão musical chama muito a atenção das pessoas e isso faz com que a gente esteja em evidencia, sendo comentado em comunidades como Metallica, Dream...
Duca Tambasco – Lidamos da forma mais natural possível. Acredito que posso falar por todos, porque começamos muito cedo, sem fã nenhum, não começamos gigantes. Então esse crescimento foi gerando um amadurecimento gradativo. A partir do momento que acontece algumas vezes de você fazer um showzão para 4 mil pessoas e no dia seguinte, vou vai tocar numa igreja por exemplo e tem lá suas 30 pessoas, isso te coloca no seu lugar: de que você não é nada, é só um veiculo. É claro que a gente fica muito feliz com a admiração das pessoas...como aconteceu agora pouco, de um cara vir me entregar um CD e falou que começou a tocar contrabaixo por minha causa e eu nossa, fico feliz da vida porque tenho visto que nossa música tem alcançado as pessoas.
Duca Tambasco – Todos nós compomos. Estávamos eu e o Mauro falando disso agora. Acabei de falar com ele de uma música que ontem a noite, na viagem em que estávamos vindo de São Paulo, me veio uma letra. As vezes são experiências muito próximas, coisas que a gente ouve na igreja, que o pastor traz uma palavra e a gente pensa: poxa!Interessante isso aí, acho que uma música a respeito disso vai levar uma mensagem, porque uma coisa é 500 pessoas ouvirem outra coisa é o alcance de uma música.Mauro Henrique – Acho que rola uma conexão assim, já que a gente vive muito tempo junto, viajando...quando o Duca me falou dessa letra, já me veio várias coisas na mente do que a gente mesmo vive, ou seja, não precisei falar para ele: você ta dizendo isso por causa que aconteceu aquilo...Duca Tambasco – É, acaba que a maioria das músicas a gente compõe em conjunto.Mauro Henrique – Quando eu entrei na banda, as músicas de “Depois da Guerra” já estavam compostas e tal, mas eu acabei contribuindo em algumas ainda....Duca Tambasco – Sempre trabalhamos dessa forma, a gente traz a ideia, bem mastigada às vezes, bem crua e finalizamos juntos.
Duca Tambasco – Estão conectados. Não tem como desconectar a mensagem de Deus para uma mensagem que não seja antidrogas, ecológica, politizada. No nosso caso porque somos protestantes por natureza. Apesar de existir essa nomenclatura evangélico, eu me considero muito mais protestante, pois faço parte de uma igreja que tem uma história protestante, então consequentemente isso esta na nossa veia, é difícil desagregar uma coisa da outra.
Duca Tambasco – Iremos lançar um DVD no ano que vem. O trabalho foi gravado em Santa Bárbara d’Oeste no final de julho, com um repertorio totalmente nosso com músicas em cima do disco “Paz e Guerra”. Estamos na pós-produção de vídeo e áudio e acreditamos que no começo de 2010 o pessoal já vai estar um DVD filé aí na mão. Mauro Henrique – Já iremos começar a turnê do DVD, embora seja basicamente as mesmas músicas do CD, mas elaboramos um show diferente que iremos seguir esse padrão do DVD, vai ser uma nova turnê do “Depois da Guerra”.Duca Tambasco – O que podemos adiantar é que o nome será “DDG Experience”.
Duca Tambasco – Queremos desejar para vocês um feliz Natal e também boas festas com as famílias. Aproveitem bastante este final de ano que é muito bom poder reunir a família à mesa, comer bastante. Esperamos que Deus esteja na vida de vocês fazendo parte de tudo isso que Ele nos proporcionou que é um bem maior, a família. Desejamos 2010 com muita alegria, deseja muito “DDG Experience Tour” na sua cidadeAcessem o Kboing, e também vou fazer nosso ‘merchand zinho’aqui: acessem também o nosso site e no twitter, comunidade do orkut, enfim tem muitas coisas que você pode conectar e estar próximo da gente para saber como que está a nossa vida.um abraço para todos e Deus abençoe você!





